5 MELHORES DOCUMENTÁRIOS PARA ENGENHEIROS

A série Megaconstruções, do Discovery Channel faz a gente mergulhar e se encantar com o universo da construção civil. Algumas obras chegam a envolver 20 mil trabalhadores e investimentos de até 230 bilhões de dólares.

Listamos aqui os cinco documentários mais legais da série de Megaconstruções para você curtir.

– Um túnel que liga Nova York a Londres

Túnel transatlântico sugerido pela primeira vez em 1888 por Michel Verne, filho do famoso escritor de ficção-científica Julio Verne.

Algumas propostas incluem túneis que passariam mais de 40 metros abaixo do nível do mar e trens que atingissem 8 mil quilômetros por hora. A maior barreira é o custo altíssimo da obra, que poderia chegar a 175 bilhões de dólares, e as próprias limitações dos materiais disponíveis.

– O novo Canal do Panamá

A construção do Canal do Panamá, inaugurado em 1904, foi um dos marcos da engenharia civil. Foi tudo tão difícil que a França, inicialmente encarregada da obra, desistiu de tudo antes de terminar, milhares de trabalhadores haviam morrido de febre amarela durante a empreitada.
Foram os Estados Unidos que concluíram o projeto e administraram o canal até 1977, quando o controle passou para o Panamá.

– O aeroporto internacional de Hong Kong

Em apenas sete anos, um dos aeroportos com maior demanda do mundo foi construído. Esse foi o desafio dos engenheiros responsáveis pelo novo aeroporto internacional de Hong Kong, o Chep Lap Kok. Atualmente, o aeroporto é o número um do mundo em frete aéreo.

– Túnel sob os Alpes suíços

Para cruzar os Alpes, os carros enfrentam longos congestionamentos e os trens trafegam em capacidade máxima.

Por isso, em 1998 a população suíça votou pela construção de um túnel de 11 bilhões de dólares sob as montanhas mais famosas do mundo, que foi inaugurado em junho de 2016. É o mais longo do mundo, com 57 quilômetros, e também o mais profundo sob montanhas com 2,3 mil metros.

– Projeto Constelação, da Nasa

Há décadas a humanidade espera o retorno à Lua. Finalmente, nos anos 2000, a Nasa voltou-se à ideia de constituir uma base permanente no satélite, com seres humanos aptos a explorá-lo por meses. Além disso, o Projeto Constelação, como foi batizado, conduziria os seres humanos até o planeta Marte. O custo total previsto seria de 230 bilhões de dólares.

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